Tricotando na balada
E em uma sexta a noite….
- Aquele tem o tanquinho melhor do que o outro…
- Não, não, menina… Aquele outro ali é bem melhor!
Oo
- Então… Vocês beijam a boca ou a barriga?
- Oxe, minha filha… Muitas passadas de mão… O beijo é um detalhe!
Ah, os novos valores dessa mulherada…
O Palhaço
E o Palhaço o que é?
Quando crianças, alguns de nós têm medo que até se esconde e chora, outros se encantam, riem até chorar. Palhaço é símbolo de alegria, inocência e infância.
Este final de semana, o Brasil conheceu O Palhaço, filme escrito e dirigido por Selton Mello. E quem assistiu pôde conhecer um pouco do cotidiano das famílias circenses, seus sonhos e medos.
É mistura de riso e choro. Você relembra aquele circo que chegava à sua cidade todo ano e era a única novidade do bairro. O circo da lona rasgada, de velhos carros, de filas imensas. Você estava lá de quinta a domingo com sua família e amigos, para ver os palhaços, as rombeiras, a vassoura voadora, o macaco esperto. Boas lembranças, boas risadas.
O amor regenera
“Decepções não matam, ensinam a viver.”. Já dizia o poeta. Já alertara minha avó. Já ouvimos essa frase muitas vezes na vida e sempre em momentos em que a expectativa é frustrada pela realidade.
Quem nunca se decepcionou com um amigo, um amor, um livro, um filme ou o hambúrguer da Mc Donald’s que é mais saboroso por foto do que ao vivo? A vida é feita de decepções minha gente e junto às decepções, escolhas.
Escolhemos depois de um erro, nos resguardar para o próximo como um ato de proteção. Mas muitas vezes construímos muros, principalmente quando o assunto é o coração. Sempre que um amor acaba, um muro é criado pelo medo de uma nova decepção. E eu sei que você já disse em um momento aquela famosa frase: ‘Nunca mais vou me apaixonar!’. A gente tenta se enganar. A gente veste armaduras. A gente se fecha em nossas próprias ilhas e é difícil para alguém de fora conseguir nos encontrar.
Mas eis que a vida é aquele clichê da caixinha de surpresas e coloca-nos no caminho alguém persistente em tirar a nossa armadura, em remar contra a maré… E o que você faz? Foge? Corre? A gente corre no primeiro momento, pois o medo fala mais alto e diz: “Olha ai uma nova decepção!”. Só que o coração é meio tonho e na sua teimosia não ouve ninguém, bate mais forte, palpita descompassadamente como se fosse a primeira vez.
Horário de Barão

O que pensam os milhares de trabalhadores que cotidianamente saem para trabalhar antes mesmo do sol raiar? E o que dizem os que trabalham no comércio – que diariamente já são explorado tanto pela mais-valia quanto pelas horas excedentes nas suas jornadas de trabalho, da qual a grande maioria não recebem absolutamente nada?
É engraçado como os governos, em seus discursos, pregam e defendem o zelo pela democracia, mas as suas atribuições práticas não são condizentes e, em alguns casos, assumem posturas plenamente déspotas. Qual será o conceito de democracia conhecido e utilizado pelos nossos governantes – quer no poder Executivo, Legislativo ou Judiciário?
Um plebiscito não seria a veia mais democrática para se resolver a questão em pauta? Ou a opinião pública não tem valor algum – para os detentores do poder – quando se pensam em tomar decisões que afetarão diretamente ao povo?
Não! São levadas em consideração sim. Isso pode ser percebido claramente na fala de Sua Excelência o Governado Jaques Wagner quando este diz que “não vejo sentido de a Bahia ficar de fora, até porque o prejuízo para quem acorda muito cedo é compensado à noite” .
Particularmente, prefiro nem comentar.
Cor
tem que pôr chocolate no leite
açúcar no café
arroz no feijão
tem que pôr perfume atrás da orelha
Prazer em ser…

Diferente de você. Esse pensamento surgiu como algo novo para mim, mas depois me lembrei que era o nome de uma comunidade do Orkut. Pois bem, parece bobagem, porém resume muito bem um jogo muito vasto de sentimentos e reflexões que tive.
Nós mulheres, competidoras por natureza, vivemos nos comparando com tudo e todas. Qual é o cabelo mais bonito, qual é o namorado mais amoroso, qual é a cintura mais fina, enfim, nós estamos sempre de olho na grama do vizinho.
Este comportamento/distúrbio feminino provavelmente está intimamente ligado a um fator também muito recorrente entre as representantes deste sexo: insegurança. Não estou jogando as mulheres num grande balaio e dando para todas o mesmo rótulo. Há incríveis auto-estimas altas femininas no mercado, mas que a grande maioria é insegura isso eu acho que posso garantir.
Caminhos
Podemos não saber para onde estamos indo, mas pelo menos temos que ter a certeza de que estamos caminhando, sempre!



















