Adaptação? Não! Tradução Intersemiótica
Já nos deparamos muitas vezes com adaptações de livros para o cinema. Recentemente a colaboradora Mari Mendes comentou sobre o filme e livro Querido John.
Mas, então, é certo falar adaptação? Não! O certo é tradução e em termos mais técnicos, Tradução Intersemiótica.
Após ouvi o #Talkshow (evento on-line) com o Ernesto Diniz, doutorando em Literatura e Cultura (Tradução Intersemiótica) pela UFBA, aprendi como conceituar e entender essas traduções de livros, quadrinhos para filmes.
Fica a dica, galera do telhado, clica na imagem do post e vamos aprender juntos
Poderosa Paixão
Ele estava lá, naquelas folhas frágeis, amareladas. Nosso primeiro contato foi quando fiquei sabendo do casamento da sua irmã, Laura. Ele era casado, pai de três filhos pequenos.
“Tinha mais de 1,80m de altura, e sua cabeleira abundante e ondulada fazia-o parecer mais alto. O seu rosto era de um cupido grosseiro, as feições serenas, mas os lábios arqueados eram excessivamente sensuais, o queixo rachado em covinhas era, de um modo curioso, obsceno”.
Querido John

Mas enfim do que realmente trata-se o filme e o livro “Querido John”? Bem, pelo que percebi são abordados vários assuntos ao mesmo tempo. Assuntos esses, que juntos são realidade, embora o enredo seja fictício. É na verdade, uma lição. A história é estimulante e sugere que prestemos mais atenção a quem está ao nosso lado, às nossas decisões, ao tempo, as pequenas coisas, aos momentos em que estamos com quem amamos, entre tantos outros fatos, descobertos a partir do olhar de cada espectador.










