Poesia – tem alguém aí?
Tem alguém aí?
Ele ouviu batidas na porta, mas permaneceu em silêncio. Durante meses, em silêncio.
Aquele silêncio. Confortante. Calmante. Sufocante.
Descobrira porque aprendera tão cedo a rezar, é para ter com quem falar quando esse silêncio confortante, calmante, beirar o sufoco.
Tem alguém aí?
De novo, batidas! Insistentes. Assistidas. Agonizantes.
Aquela agonia. Revoltante. Alarmante. Amante…
De dias que não tinham fim. De perguntas que se multiplicavam. De lágrimas que não cessavam.
TEM ALGUÉM AÍ?
SILÊNCIO, Agonia, Tem alguém aqui!
[Porque tem vontade que aparece, têm manias que não acabam, têm fatos que nunca mudam...]
Site – Poesia Baiana
Há algum tempo escrevi um post falando sobre meu TCC.
Bem…acabou! \o/
Memorial entregue, site no ar para avaliação do professor e convidados da banca.
Mas, sinceramente…estou feliz (mesmo sem saber a nota). No final de toda agonia (odiei poesia por um tempo, odiei pessoas, briguei, gritei, me viciei em café mais ainda), estou feliz com o resultado, estou feliz em fazer algo que ajuda a divulgar a poesia na Bahia e por todo o Brasil.
Desde cedo, escrevo minhas coisinhas. Amo literatura, livros, cultura. Pensei em fazer Letras (minha mãe é formada em Letras) mas partir para o Jornalismo, Comunicação Digital. Então, concluir meu curso, com um projeto como esse, é algo muito especial para mim. Espero que todos apreciem!
Aproveito para agradecer a uma galera que me ajudou bastante (enchi muito o saco deles): Geisa Santos, Yuri Almeida, Leo Baiano, Zuleide Reis , Zenaide Maria , Francine Ramos, Ricardinho Barbosa, Rose Andrade, Evandro Furtado.
Poesia Baiana
Quem são os atuais poetas baianos? E o que eles estão fazendo para divulgar a poesia na Bahia?
Essas duas perguntas serão respondidas no meu trabalho de conclusão de curso.
Presente para a menina do telhado
Hoje, ganhei um presente digital mas que tem um valor mágico, lindo. O artista Pareta Calderasch fez essa montagem linda de uma foto minha com um poema dele, ” é minha visão de você enquanto fotógrafa, e todo fotógrafo é observador e estudioso das pessoas”, disse Pareta depois de me enviar a montagem por depoimento no orkut.
Eu só tenho que agradecer muito por este belo presente! Muito obrigada \o/
Conheci Pareta por conta do meu trabalho de conclusão de curso que é um site sobre poetas baianos, está em construção ainda: www.poesiabaiana.com.br
+ sobre Pareta
*Certa vez o querido Paulo Dauria escreveu um poema sobre a menina em cima do telhado.
A vida é feito andar de bicicleta
Em comemoração ao Dia da Poesia, ouçam uma música/poema de Gabriel Pensador na voz do artista baiano Pareta Calderasch.
Clichê
Havia definido sem querer, um padrão.
Algo que os mais próximos chamavam de ‘seu tipo’.
Havia definido sem querer, uma música.
Aquela que não saia do play.
Havia definido, mas não sem querer, uma cena: pôr do sol, ela, ele, a música.
O seu clichê.
Foto daqui!
*Acontece de pensarmos em alguém, ouvirmos uma música e pronto, sai algo. Dessa vez o poema foi inspirado na música ” Às vezes um clichê” da banda @Maglore.
“…Maglore propõe a sinestesia musical entre cores e sons, trazendo elementos musicais de lugares diversos do mundo. O nome, assim como a sonoridade do grupo, possui mais de um significado. Além de ser um trocadilho abstraído da expressão em inglês my glory (“minha glória”), também faz referência ao nome de uma tribo africana. A mistura de tantas significações prova a riqueza e a singularidade do projeto.”
Conheça mais no site oficial da banda.
Eu adoro e está sempre tocando no meu play. Indico também as músicas ” A Sete chaves” e ” Enquanto sós”.














