microcontos
Inspirações que surgiram para o twitter, postando aqui no blog para que não se perca.
Corrigindo: Queria o tempo.Pois é o único que pode fazer do mais o menos e do menos o mais.
LuluzinhaCampBA – Capitãs desse mundo!
No dia 21 de novembro aconteceu o 1º LuluzinhaCampBA.
Tinha feito um post de divulgação aqui no blog.
Foi muito bom ver a mulherada que só tenho contato por MSN, twitter e grupo do Google, unidas por idéias e gostos parecidos, tivemos uma tarde divertida.
Fiz um vídeo com um pequeno texto definindo o que é ser Lulu, com fotos que tirei do encontro e a música Shimbalaiê da cantora Maria Gadú que é atualmente sucesso em todas as rádios.
O porquê da música? Por causa desse trecho:
Ser capitã desse mundo
Poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos
Não achar sonhos besteira
Me encantar com um livro, que fale sobre vaidade
Quando mentir for preciso, poder falar a verdade
Pelo pouco tempo que passei com cada lulu, vi que essas meninas não são fáceis, antenadas em tudo, empenhadas no que fazem, inteligentes, entre muitas outras coisas… São todas capitãs desse mundo!
Tricotando sobre Lua Nova
Em casa…
Ju: Anda logo Jen, a gente vai se atrasar para ver Lua Nova, vamos perder a sessão de 10h30.
Jen: Tenha fé, que tem sessão depois!
Mah: Mas e se não conseguirmos os ingressos?
Jen: Vamos sim!
Ju: Hoje é noite de lua nova, tudo vai dar certo!
Jen: Oi?! Ahn?!
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Autopsicografia fotografada
Gravei uma coisinha (rs) para vocês sobre Fernando Pessoa, uma tentativa de PodCast, não deixem de ouvir!
Poema completo fotografado:
+ MeninaDoTelhado
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Beleza!
Há sempre beleza nas coisas frias, ásperas. Se não nasceu com elas, pode crescer junto ao longo do tempo. Basta permitir!
Bom final de semana!
#YesWeekend!
Calmaria
*Primeiro VideoPoema do Subindo no Telhado, não gostei muito mas vale como o primeiro ;D
Bobo desvairado 4
Quase 8 meses sem vinho, sem fumaça.
Havia largado a cachaça, as cinzas, porque tinha largado o amor?
Ou havia largado o amor, porque tinha largado a cachaça e as cinzas?
Sei que logo de cara, havia largado a primeira pessoa, o “eu”, e deixado novamente a terceira pessoa escrever por “ele”.
Não adiantavam mais as promessas, as palavras, nem mesmo o vinho.
Nada mais fazia sentido.
Era bobo, sim, desvairado ainda mais!
A rotina sufocava-o, era isso, a rotina! Por isso não havia mais cachaça, amor, cinzas, sentido.
O vinho, os maços, as ilusões, tinham virado rotina, e ele não queria mais nada disso.
O cego que agora vê, via demais.
E o que ele via, não era o que realmente queria ver.















