Entrevista com Martha Gabriel para CampiDigital
A Consultora, Palestrante, Escritora em Marketing Digital e New Media Artist, Martha Gabriel estará em Salvador nos dias 17 e 18 de maio dando um curso sobre Marketing Político Digital.
Nesta entrevista, Martha fala sobre as mídias sociais, Google, mobile marketing no universo político.
Clique na imagem para conferir a entrevista.
Outras entrevistas na CampiDigital:
Entrevista com Vicente Tardin, criador e editor do Webinsider
Entrevista com Rafael Rodrigues, editor-assistente do site Digestivo Cultural
Eleições 2010 e mídias sociais
Os eleitores estão acostumados a comícios, carreatas, horário político na Tv e no rádio. Tudo muito 1.0 .
Mas agora em 2010 os candidatos têm um novo “palanque” para divulgar suas propostas: as mídias sociais. Só que ao contrário do “palanque” convencional, uns não ficam na parte de cima e outros na de baixo. Todos estão no mesmo nível, todos usam as mesmas ferramentas para ser ouvido e principalmente para falar, criticar e reclamar.
Poesia Baiana
Quem são os atuais poetas baianos? E o que eles estão fazendo para divulgar a poesia na Bahia?
Essas duas perguntas serão respondidas no meu trabalho de conclusão de curso.
Doidas e Santas – Veneno antimonotonia
Do telhado eu vejo e sinto…“…Até hoje, pergunta-se: para que serve a arte, para que serve a poesia?
Intelectuais se aprumam, pigarreiam e começam a responder dizendo “Veja bem…” e daí em diante é um blablablá teórico que tenta explicar o inexplicável. Poesia serve exatamente para a mesma coisa que serve uma vaca no meio da calçada de uma agitada metrópole. Para alterar o curso do seu andar, para interromper um hábito, para evitar repetições, para provocar um estranhamento, para alegrar o seu dia, para fazê-lo pensar, para resgatá-lo do inferno que é viver todo santo dia sem nenhum assombro, sem nenhum encantamento…”
2 de outubro de 2005
Martha Medeiros.
* Trecho tirado da crônica “Veneno antimonotonia” de Martha Medeiros. Estou lendo o livro Doidas e Santas que reúne as crônicas publicadas nos jornais O Globo e Zero Hora pela escritora.
*Fica a dica para quem gosta de boas crônicas. Para fazer o download do livro, clica aqui! E boa leitura!
* TCC sobre poesia em Salvador e Cachoeira. Em breve site no ar.
Twitter – vício informativo [2]
Hoje uma pessoa antenada nas novas tecnologias e que gosta de estar bem informado, todos os dias pela manhã liga o computador para ler os feeds e acessar o twitter. Navegar por sites em busca de informação não é mais preciso, com o twitter você segue os grandes e pequenos portais de noticias, além de pessoas com interesses em comum a você e pronto, fica informado.
O censo do twitter, feito através do site Twitter Central, mostra que de 11.683 usuários (última atualização em 02/06/2009), 97,51% tem perfil pessoal e 2,49% são perfis de empresas. 55% são usuários do sexo masculino e 42% são do feminino. A região sudeste, principalmente o estado de São Paulo são os locais que possuem mais brasileiros acessando o serviço. Os usuários baianos representam 3,51%. Os jovens entre 19 a 24 anos contabilizam o maior número de usuários, um total de 43,81%.
O twitter antes era usado para que as pessoas respondessem a pergunta “What are you doing?” (O que você está fazendo?), o que para muitos parecia bobagem. Mas então começaram a surgir postagens informativas, do tipo: “estou na palestra de Mário Soma e agora ele está falando sobre Mídias Sociais”. E enfim a pergunta mudou para “What’s happening?” (O que está acontecendo?), definindo para milhares de pessoas, o que o twitter tinha se tornado, não apenas uma rede social, para conhecer pessoas e fazer amizades, mas sim uma rede de informação, para troca de conhecimentos e opiniões.
O microblog é mais uma ferramenta na internet para o cidadão antes apenas leitor, ser também produtor de conteúdo. O twitter tem pautado os jornalistas. Se você é hoje um jornalista, tem que ficar de olho no twitter, porque é de lá que surgem os primeiros depoimentos, por exemplo, do apagão que aconteceu em várias cidades brasileiras em novembro de 2009, ou até mesmo que a cantora Ivete Sangalo estava indo ter o primeiro filho. Hoje há livros, músicas, campanhas que surgem através do twitter, sem dúvidas é também uma rede colaborativa.
A definição para twitter que achei mais interessante e divertida foi a do Havi Brooks no Fluent Self , traduzido por Claudia Belhassof, que eu encontrei acessando o site Twitter Brasil : “Twitter é, no final das contas, um bar.” Pois é no bar que os amigos se encontram para trocar idéias, discuti sobre os temas atuais.
É no twitter que as pessoas estão dispostas a comentar sobre um novo produto seja ele bom ou ruim, a comentar o jogo de futebol, a fórmula 1, entre tantas outras coisas. Aconteceu, a gente twitta!
E os meios de comunicação não devem ficar fora dessa novidade. O twitter pode ser um ponto de partida para pautas, depois disso é apurar, aprofundar e divulgar.
*esse texto foi escrito para matéria jornalismo on-line final do ano passado.
*para me seguir no twitter @jeniffersantos
*Logo quando comecei a usar o twitter, fiz um texto Twitter – vício informativo [1], leia!
Jauperi, sofisticação no axé
Hoje eu acordei com uma vontade danada de… Falar de JAUPERI!
Lembro que adorava a música “Topo do Mundo” gravada por Daniela Mercury, e então descobri que a música não era dela, mas sim de um tal Jauperi. E enfim pude ver quem era o cara dono daquela música linda que não saia do meu play. Passei a gostar de “café com pão”, da “flor de maracujá” e é claro de Jau.
O show do menino que tocava no Olodum aos 17 anos, e que junto com o grupo rodou o país e o mundo espalhando seu bom gosto e sua linda voz, é algo inexplicável, ou melhor, alucinante. O novo cd lançado em 2009, intitulado “Miolo”, está recheado dessa mistura que hoje é a música de Jauperi.
Um pouco do toque afro, letras poéticas interpretadas com um sorriso no rosto, com a alma e acompanhadas de um bom vinho resulta em sofisticação no axé que hoje é traduzida em um nome, JAUPERI!
+ Jauperi:
MySpace de Jauperi
Flickr Oficial
Letras de músicas
Cd Miolo para download
A minha preferida:
Cidade Dos Poetas
Composição: Jauperi
Quando o verão chegar
Quero te encontrar
No calor do sol e o mar
Namoro na areia
Conchas, ondas, sonhos
Canções, laços, beijos
Nós dois nos amando loucamente
Ascendendo a cidade dos poetas
Eu quero ter o seu corpo coladinho no meu
E o meu corpo suado coladinho no seu
Som de bandinha no largo
O nosso amor acendeu
O mar brincando na areia igual a você e eu
Violência contra mulher
Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo revelou que a cada 15 segundos uma mulher sofre agressão. E acredita-se que 2 milhões de mulheres são maltratadas a cada ano por seus parceiros.
Durante uma Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, realizada em Belém do Pará no ano de 1994 foi definido o que é considerado violência contra mulher: “qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”.
Há 24 anos foram criadas as Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (DEAM), cuja função é orientar e alertar as mulheres sobre os seus direitos, receber e registrar as denúncias e agir em defesa da mulher agredida.
A Lei Maria da Penha entrou em vigor 22 de setembro de 2006, para tentar minimizar a situação, e prever a prisão em flagrante ou preventiva dos agressores além de não deixá-los cumprir penas alternativas, mas sim uma detenção máxima de um a três anos. A lei prever também que o agressor fique longe da mulher e dos filhos.
Dia 25 de novembro, é o Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, a data é em homenagem as irmãs Mirabal, três militantes que foram assassinadas durante a ditadura de Trujillo na República Dominicana.
A violência contra mulher é um crime que afeta a integridade física e psicológica, e deve ser denunciado. Neste ano de 2009 foi lançada no dia 20 de novembro a campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra mulher, que aborda as violências sutis, como atos de violência moral, psicológica e de controle econômico, tipos estes que não deixam marcas físicas, mas sim psicológicas, levando milhares de mulheres à depressão, a ter baixa estima. As vítimas devem ser fortes e reagir não com violência, mas sim indo a delegacias especializadas prestar queixa, para que ocorra justiça.





















