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	<title>Subindo no telhado &#187; DEAM</title>
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		<title>Violência contra mulher</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 03:17:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jeniffer Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Abrindo a boca]]></category>
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Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo revelou que a cada 15 segundos uma mulher sofre agressão. E acredita-se que 2 milhões de mulheres são maltratadas a cada ano por seus parceiros.
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<div id="attachment_539" class="wp-caption aligncenter" style="width: 250px"><a href="http://subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2009/11/naoaviolencia.jpg"><img class="size-medium wp-image-539" title="naoaviolencia" src="http://subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2009/11/naoaviolencia-240x300.jpg" alt="Sim, amor próprio. Não, a violência." width="240" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Sim, amor próprio. Não, a violência.</p></div>
<p>Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo revelou que a cada 15 segundos uma mulher sofre agressão. E acredita-se que 2 milhões de mulheres são maltratadas a cada ano por seus parceiros.</p>
<p>Durante uma Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Contra a Mulher, realizada em Belém do Pará no ano de 1994 foi definido o que é considerado violência contra mulher: “qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada”.</p>
<p>Há 24 anos foram criadas as Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (DEAM), cuja função é orientar e alertar as mulheres sobre os seus direitos, receber e registrar as denúncias e agir em defesa da mulher agredida.</p>
<p>A Lei Maria da Penha entrou em vigor 22 de setembro de 2006, para tentar minimizar a situação, e prever a prisão em flagrante ou preventiva dos agressores além de não deixá-los cumprir penas alternativas, mas sim uma detenção máxima de um a três anos. A lei prever também que o agressor fique longe da mulher e dos filhos.</p>
<p>Dia 25 de novembro, é o Dia Internacional pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, a data é em homenagem as irmãs <a href="http://departmentofhomegirlsecurity.wordpress.com/2009/03/15/the-mirabal-sisters-in-honor-of-womens-history-month/" target="_self"> Mirabal</a>, três militantes que foram assassinadas durante a ditadura de Trujillo na República Dominicana.</p>
<p>A violência contra mulher é um crime que afeta a integridade física e psicológica, e deve ser denunciado. Neste ano de 2009 foi lançada no dia 20 de novembro a campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra mulher, que aborda as violências sutis, como atos de violência moral, psicológica e de controle econômico, tipos estes que não deixam marcas físicas, mas sim psicológicas, levando milhares de mulheres à depressão, a ter baixa estima. As vítimas devem ser fortes e reagir não com violência, mas sim indo a delegacias especializadas prestar queixa, para que ocorra justiça.</p>
<p><span id="more-538"></span></p>
<p><strong>A bacharela em Direito, Especialista em Segurança Pública e Delegada de Polícia Titular da DEAM &#8211; Periperi em Salvador- BA, Olveranda Oliveira, em entre</strong><strong>vista via e-mail me repondeu algumas questões relativas à Violência contra Mulher.</strong></p>
<p align="left"><strong>Jeniffer Santos:</strong> Que tipo de violência seria essa? Doméstica?Sexual? Geralmente vem do parceiro?<br />
<strong>Olveranda Oliveira:</strong> A lei 11.340/06 &#8211; Lei Maria da Penha prevê  diversas formas de violência contra a mulher, física, moral, sexual, patrimonial e psicológica, no geral denominadas violência doméstica, observa-se incidência maior entre os casais quase sempre motivados pelo uso do álcool ou das drogas associados à falta de educação e ocorre também no seio familiar, envolvendo outros membros, (irmãos, pai, tios) não apenas marido e mulher, caracteriza-se pela afetividade e coabitação entre autor e vítima.</p>
<p><strong>J.S: </strong>Qual o perfil das mulheres que sofrem esse tipo de violência?<strong> </strong></p>
<p><strong>O.O: </strong>A violência doméstica atinge todas as camadas sociais, incide principalmente entre mulheres na faixa etária de dezoito a vinte e oito anos.<br />
<strong>J.S:</strong> Elas demoram muito de denunciar? A delegacia da mulher, imaginam o porque essa demora ocorre?</p>
<p><strong>O.O. :</strong> Os estudiosos relatam o ciclo de violência doméstica, no qual a mulher acredita em princípio que a violência foi um caso fortuito, não vai se repetir, o homem jura que não voltará a agredir, até a próxima agressão, por essa razão a mulher vai tentando levar o relacionamento alega que é o pai dos seus filhos e a dependência econômica quando acontece também entrava a tomada de decisão pelo registro da violência<br />
<strong>J.S. : </strong>Após a denúncia que tipo de conselho a equipe de proteção dar a essa mulher?</p>
<p><strong>O.O. :</strong> Em cumprimento ao texto legal ciente da ocorrência de violência doméstica a autoridade policial deve instaurar Inquérito Policial, para apurar o fato e encaminhar a Justiça para que o autor seja apenado.<br />
<strong>J.S. :</strong> A delegacia de proteção a mulher age somente quando a denúncia parte da mulher agredida ou se algum familiar descontente com a situação fizer a denúncia, a delegacia também pode vir a agir?</p>
<p><strong>O.O. :</strong> A Delegacia Especial de Atendimento a Mulher DEAM, informada de qualquer situação de violência doméstica deve determinar a apuração da notícia, inclusive muitas informações chegam via telefone da unidade 3116 8206, ou através do Serviço Disque Denúncia 3235 0000.<br />
<strong>J.S. :</strong> Geralmente qual o tipo de pena o acusado recebe?</p>
<p><strong>O.O. :</strong> A lei prevê pena de prisão na conformidade do Código Penal, agravadas por ocorrer no âmbito doméstico, não admite pena alternativa de cesta básica.</p>
<p><strong>J.S. :</strong> Quais campanhas existem na delegacia de proteção a mulher para estimular a denúncia a este tipo de crime?<strong> </strong></p>
<p><strong>O.O. :</strong> Palestras, mesas de debate, diálogos são atividades constantes em escolas, associações, centros médicos, ONGs, com participação de homens e mulheres e distribuição de material como cartilha e indicação de locais onde buscar ajudar.</p>
<p align="center"><em><span style="color: #ff0000;">Mulheres estamos no século XXI, lutamos pelos nossos </span></em><em><span style="color: #ff0000;">direitos, conseguimos espaço na sociedade, está na hora de lutarmos pelo direito de vivermos em paz, junto a um parceiro que nos valorize e nos ame. Lembrem-se sempre antes de qualquer amor, deve existir o amor próprio!</span></em></p>
<p align="center">
<p align="left"><strong>DEAM em Salvador – BA:</strong></p>
<p align="left">DEAM Brotas  71- 31171000</p>
<p align="left">DEAM Periperi 71- 3117 8217</p>
<p align="left">Disque Denúncia 71- 3235 0000</p>
<p align="left"><strong>Veja mais sobre o tema:</strong></p>
<p align="left"><a href="http://copodeleite.rits.org.br/apc-aa-patriciagalvao/home/capa_portal.shtml">Portal da Violência contra a Mulher</a></p>
<p align="left"><em>*Obs: Agradeço imensamente a Dona Olveranda Oliveira, por ter cedido um pouco do seu tempo para responder a entrevista.</em></p>
<p align="left"><em><a href="http://www.luluzinhacamp.com/2009/11/23/uma-vida-sem-violencia-e-um-direito-das-mulheres/">**Este post faz parte da blogagem coletiva do luluzinhacamp pelo fim da violência contra mulher.</a></em></p>
<p align="left"><a href="http://subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2009/11/contraviolencia3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-544" title="contraviolencia3" src="http://subindonotelhado.com.br/wp-content/uploads/2009/11/contraviolencia3.png" alt="contraviolencia3" width="184" height="200" /></a></p>
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