Guarda-Chuva.

outubro 18, 2007 · Posted in Talvez Do Nada, literatura · 31 Comments 

É bem verdade que o “nada como um dia após o outro”,é real.Nada como o tempo,para tentar curar as dores,as angustias,as aflições.Pode demorar um,dois,três dias…Mas vai passar.
Amanhã pode amanhecer chovendo ou fazendo aquele lindo sol.Não sabemos ao certo.
Previsão do tempo?Já percebeu que as vezes erra.
E do que adianta amanhecer chovendo do lado de fora,e fazendo sol do lado de dentro de nós.
Ou fazendo sol do lado de fora e chovendo do lado de dentro de nós?
O que vale mesmo é a Previsão do Nosso Tempo.
Do tempo que a gente escolhe para ser feliz,do tempo que a gente escolhe para tentar de novo.
Alguma coisa maravilhosa pode acontecer amanhã,SIM!Se nos permitirmos viver o amanhã.
O não permitir não é o suicidio,a morte da carne,do corpo.Estou falando da morte da alma.
As vezes a gente deixa o dia amanhecer,mas não amanhacemos com o dia,fechamos o coração,porque estamos cansados de viver,cansados de tanta mesmice.
Amanheceu chovendo dentro da gente,e nos suicidamos para o novo dia,para o sol.
Só que esquecemos que existe o guarda-chuva,aquela invenção do ser humano,que neste momento a gente pode chamar de esperança.

*Não deixe de ler os posts abaixo. x)

Aparências.

setembro 12, 2007 · Posted in Talvez Do Nada, literatura · 17 Comments 

Quem nunca aqui pensou em ser isso,mas quando chegou a hora estava lá e foi aquilo?
Os chinelos não te fazem vagabundo e o terno hoje em dia não é sinal de homem sério.
As aparências muitas vezes enganam e muitas vezes quem acha que nos conhece realmente não conhece nada da gente.
Porque nem nós mesmos que achamos ser donos de si ,sabemos os segredos mais secretos do mundo chamado
“eu”.

Uma Tarde,Um Poema.

agosto 2, 2007 · Posted in Talvez Do Nada, literatura · 10 Comments 

Esse post será diferente.Invés de só colocar o poema,descreverei também como foi mais ou menos que eu o criei.

Tarde do dia 02/07,as ninas da fazenda(nome do ap em que eu moro com mais 3 amigas),estavam todas reunidas em casa,e como a tv não estava muito agradável,resolvemos ligar o som…Primeiro rádio local,depois Belo,Ana Carolina e Seu Jorge,Leoni e Tribalistas.
Ao ouvir a música dos Tribalistas “Carnalismo”,principalmente o trecho:
“um ser humano é o meu amor,de músculos,de carne e osso ,pelo e cor”,eu pensei cá com meus botões.
O ser humano é um bicho com muitos defeitos,há aqueles que se parecem,há aqueles que não se parecem,e temos que aceitar as diferenças,e isso é fundamental não só para conviver um com o outro,mas também para vivermos bem consigo mesmo….então surgiu:

se quisermos ser quem realmente somos
temos que aceitar os outros como são

E parei ae nesse pensamento…Mas queria continuar,queria que surgisse algo mais.Foi aí que lembrei de um trabalho que fiz para a faculdade da matéria Antropologia Cultural,com o tema Relativizando,em que fui para uma Boate Gay daqui de Salvador,com o intuito de conhecer o local,quebrar esteriotipos,e ver o mundo homossexual com outros olhos,apesar de não ter nenhum preconceito,então surgiu….

se quisermos ser felizes do jeito que queremos
temos que aceitar o jeito que cada um escolheu para ser feliz

E com isso foi ae que me lembrei de quantas pessoas deixam de cuidar da sua propria vida,da sua felicidade para ficar prestando atenção nos outros…e assim concluir a parte escrita do poema

tá na hora de parar de olhar pelo buraco da fechadura do outro
e olhar para o nosso.

Concluida a parte escrita,queria uma imagem…com o primeiro pensamento,seria essa :

Pq?Bem…eu iria explicar para vocês como me veio esse pensamento na cabeça,inspirada pela tarde musical ,por Tribalistas.
Mas aí…com a história da fechadura…queria mesmo era uma foto de uma?Fechadura,é claro!
E sai pela casa em busca dessa foto,e consegui,claro que não é a fechadura que queria mas foi a melhorzinha que achei.

Agora ae embaixo a foto e o poema final:

se quisermos ser quem realmente somos
temos que aceitar os outros como são

se quisermos ser felizes do jeito que queremos
temos que aceitar o jeito que cada um escolheu para ser feliz

tá na hora de parar de olhar pelo buraco da fechadura do outro
e olhar para o nosso.

Felicidade

julho 6, 2007 · Posted in Poetizando Palavras, Talvez Do Nada, literatura · 9 Comments 
De Jeniffer para Jeniffer e quem mais quiser:
aconteça o que acontecer
encha o copo
se não for de cachaça
que seja de esperança
ligue o some
e caia na dança!
Dia 08/07 serão 19 anos assim Jeniffer e com a graça de Deus esses anos se multiplicaram mais ainda.
Parabéns!
(08/07-Meu aniversário)

Perdida

junho 19, 2007 · Posted in Talvez Do Nada, literatura · 10 Comments 

.eu não sei como estou,porque eu não estou aqui me perdir dentro de algum lugar que está dificil de sair o que ,mais complica minha vida é que me perdir dentro de mim mesma.
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