Clichê

fevereiro 18, 2010 · Posted in Devaneios, Fica a Dica, PlaY, Talvez Do Nada, literatura · 2 Comments 

thumb_541

Havia definido sem querer, um padrão.

Algo que os mais próximos chamavam de ’seu tipo’.

Havia definido sem querer, uma música.

Aquela que não saia do play.

Havia definido, mas não sem querer, uma cena: pôr do sol, ela, ele, a música.

O seu clichê.

Foto daqui!

*Acontece de pensarmos em alguém, ouvirmos uma música e pronto, sai algo. Dessa vez o poema foi  inspirado na música ” Às vezes um clichê” da banda @Maglore.

“…Maglore propõe a sinestesia musical entre cores e sons, trazendo elementos musicais de lugares diversos do mundo. O nome, assim como a sonoridade do grupo, possui mais de um significado. Além de ser um trocadilho abstraído da expressão em inglês my glory (“minha glória”), também faz referência ao nome de uma tribo africana. A mistura de tantas significações prova a riqueza e a singularidade do projeto.”

Conheça mais no site oficial da banda.

Eu adoro e está sempre tocando no meu play. Indico também as músicas ” A Sete chaves” e ” Enquanto sós”.

Beleza!

novembro 13, 2009 · Posted in FotoPoema, Fotografia, Talvez Do Nada, literatura · 1 Comment 

Há sempre beleza nas coisas frias, ásperas. Se não nasceu com elas, pode crescer junto ao longo do tempo. Basta  permitir!

Bom final de semana!

#YesWeekend!

Siga-me: @jeniffersantos

Meme do Yahoo

Tumblr

setembro 24, 2008 · Posted in Talvez Do Nada · 13 Comments 

Vou quebrando o orgulho, para fortalecer a paciência…
Quebrando, pratos, copos, algo material, para não quebrar o surreal.
Quebrando a cabeça, mastigando o ódio para não quebrar o coração, a emoção
Vou quebrando a dor, o mau humor, a solidão, para fortalecer o nós.

Fantasia/Realidade

fevereiro 24, 2008 · Posted in Talvez Do Nada, literatura · 23 Comments 
Imagem: http://arteharmonia.planetaclix.pt/dAmor.jpg

beijos imaginários

ou verdadeiros

abraços sonhados
ou calientes

palavras ao pé do ouvido

ou através do telefone

dizer “eu te amo” olho no olho

ou por mensagem de texto

lembrar do passado

ou viver o presente

sofrer por distância

ou amar bem pertinho

chorar de saudade

ou de alegria por cada surpresa

esperar ou viver

querer e não ter

ou ter,querer e ser

Para quê viver na fantasia se pode ter a realidade?
*Essa última frase disse para uma amiga após ela me pedir uma opnião,então resolvi fazer um poema para completar.

dezembro 9, 2007 · Posted in Talvez Do Nada, literatura · 17 Comments 


algo que me mata é o silêncio
das pessoas que eu quero que me digam algo
algo que me mata é o olhar
despresível das pessoas as quais quero um olhar afetuoso
algo que me mata é os sonhos
despedaçados,picados como folha de papel
algo que me mata é a agonia
de não ti ter aqui comigo
algo que mata é ver
de longe alguém sofrer
algo que me mata é me
dilacerar,me cortar por ti
algo que me mata é escrever sobre
dias tristes,quando queria apenas escrever alegrias
algo que me mata é teu ciúme
doentio que não deveria existir
algo que me mata é a violência
do lado da minha casa
algo que me mata é a distância
da pessoa que tá distante porque na verdade quer está perto
algo que me mata
não me mata por inteiro
vai matando de pedaço em pedaço
mas para cada pedaço morto,nasce outro
porque sem dúvidas para mim a esperança é a ultima que morre.
Related Posts with Thumbnails

Próxima Página »

  • Receba por email:

    Coloque seu e-mail:

  • Friends!

    Central Blogs
  • faço parte!

  • tags!


  • estou lendo "Comer, Rezar, Amar" http://bit.ly/bCSM1o #skoob - Hoje as 02:58

    e daí q o gmail indicou logo a @renatacbc para a caixa prioritária - Hoje as 02:36

    caixa prioritária do Gmail *_* - Hoje as 02:35

    Siga-me no Twitter
    Desenvolvido por Leo Baiano