“Amor Virtual” – Relacionamentos mediados pela internet
A procura por alguém para se relacionar, é algo que todo o ser humano faz. Antes haviam casamentos por conveniência, um homem e uma mulher casavam-se porque era bom para os negócios da família e o status perante a sociedade. No meio do século XVII, houve aqueles que contrários a essa condição, resolveram casar por amor.
Essa procura mudou do âmbito familiar para o grupo de amigos, quando as pessoas resolveram casar por amor. Homens e mulheres passaram a freqüentar barzinhos, festas, lugares públicos, a prestar mais atenção nas pessoas que estavam no local de trabalho, na vizinhança, tudo em busca de um par para um encontro. Havia troca de números de telefones, e até mesmo de cartas para que se mantivesse o contato.
O chamado “namoro à antiga” era onde o homem e a mulher se conheciam por alguma dessas formas citadas, em seguida o rapaz pedia a família da moça, para namorar, namoravam por longos anos e em seguida noivavam, e por fim havia o casamento.
Algo que aconteceu para quebrar esse padrão de namoro foi uma revolução sexual nas décadas de 1960 e 1970, em que o sexo antes do casamento passou a ser fator fundamental nas relações amorosas. Essa revolução deu-se por causa da diminuição da religiosidade, o surgimento dos anticoncepcionais e a emancipação feminina.
No final do século XX, os computadores, foram ligados em rede, formando a internet, que passaria a ser mais um meio de comunicação entre as pessoas em um mundo virtual, chamado de ciberespaço.
O termo ciberespaço foi criado pelo escritor de ficção cientifica William Gibson em seu Neuromancer, em 1984. Para Gibson (apud LEMOS, 2004, P. 127), o ciberespaço é um espaço não-fisico ou territorial composto por um conjunto de redes de computadores através das quais todas as informações (sob as suas mais diversas formas) circulam.
“O ciberespaço é um espaço sem dimensões, um universo de informações navegável de forma instantânea e reversível.” (LEMOS 2004, p. 128).
O ciberespaço trouxe mais algumas formas de comunicação: emails, salas de bate-papo, redes sociais, como Orkut, MSN, facebook, twitter, blogs. A instantaneidade, e a possibilidade de se conectar com o mundo através de um clique, chamaram atenção de todos. Hoje as pessoas usam o ciberespaço e suas redes sociais, para interagir e procurar parceiros, o que fez surgir um novo tipo de relacionamento, os relacionamentos virtuais. Relacionamentos mediados por emails, scraps, posts em blogs, conversas pelo MSN.
No ciberespaço é possível ser quem você quiser, o fato de estar atrás de uma tela de computador, faz com que pessoas tímidas, usem mais a internet como forma para encontrar parceiros.
O que acontece inicialmente é, ao teclar com alguém, você se interessa no que a pessoa tem a dizer e não a mostrar. Em um barzinho, a aproximação acontece mais pela atração física, enquanto que na internet como muitas vezes, você não vê a pessoa, primeiramente há o interesse na conversa.
No ano de 2007, uma pesquisa realizada pelo IBOPE, constatou que 20,1 milhões de brasileiros acessam a internet diretamente de casa e que as páginas mais visitadas são os buscadores, portais e redes sociais. Dessa forma podemos perceber que hoje uma das principais fontes para se conhecer um parceiro é a internet e suas redes sociais.
Houve assim a inversão da forma que se tinha antigamente para conhecer pessoas. Antes, as pessoas iam a barzinhos, boates, com a finalidade de conhecer novas pessoas, e a partir disso manter algum relacionamento. Hoje, é o contrario, há troca de emails, Orkut e MSN, para se conhecer, descobrir afinidades, trocar informações um sobre a vida do outro, para depois disso acontecer ou não o encontro pessoalmente.
Essa procura mudou do âmbito familiar para o grupo de amigos, quando as pessoas resolveram casar por amor. Homens e mulheres passaram a freqüentar barzinhos, festas, lugares públicos, a prestar mais atenção nas pessoas que estavam no local de trabalho, na vizinhança, tudo em busca de um par para um encontro. Havia troca de números de telefones, e até mesmo de cartas para que se mantivesse o contato.
O chamado “namoro à antiga” era onde o homem e a mulher se conheciam por alguma dessas formas citadas, em seguida o rapaz pedia a família da moça, para namorar, namoravam por longos anos e em seguida noivavam, e por fim havia o casamento.
Algo que aconteceu para quebrar esse padrão de namoro foi uma revolução sexual nas décadas de 1960 e 1970, em que o sexo antes do casamento passou a ser fator fundamental nas relações amorosas. Essa revolução deu-se por causa da diminuição da religiosidade, o surgimento dos anticoncepcionais e a emancipação feminina.
No final do século XX, os computadores, foram ligados em rede, formando a internet, que passaria a ser mais um meio de comunicação entre as pessoas em um mundo virtual, chamado de ciberespaço.
O termo ciberespaço foi criado pelo escritor de ficção cientifica William Gibson em seu Neuromancer, em 1984. Para Gibson (apud LEMOS, 2004, P. 127), o ciberespaço é um espaço não-fisico ou territorial composto por um conjunto de redes de computadores através das quais todas as informações (sob as suas mais diversas formas) circulam.
“O ciberespaço é um espaço sem dimensões, um universo de informações navegável de forma instantânea e reversível.” (LEMOS 2004, p. 128).
O ciberespaço trouxe mais algumas formas de comunicação: emails, salas de bate-papo, redes sociais, como Orkut, MSN, facebook, twitter, blogs. A instantaneidade, e a possibilidade de se conectar com o mundo através de um clique, chamaram atenção de todos. Hoje as pessoas usam o ciberespaço e suas redes sociais, para interagir e procurar parceiros, o que fez surgir um novo tipo de relacionamento, os relacionamentos virtuais. Relacionamentos mediados por emails, scraps, posts em blogs, conversas pelo MSN.
No ciberespaço é possível ser quem você quiser, o fato de estar atrás de uma tela de computador, faz com que pessoas tímidas, usem mais a internet como forma para encontrar parceiros.
O que acontece inicialmente é, ao teclar com alguém, você se interessa no que a pessoa tem a dizer e não a mostrar. Em um barzinho, a aproximação acontece mais pela atração física, enquanto que na internet como muitas vezes, você não vê a pessoa, primeiramente há o interesse na conversa.
No ano de 2007, uma pesquisa realizada pelo IBOPE, constatou que 20,1 milhões de brasileiros acessam a internet diretamente de casa e que as páginas mais visitadas são os buscadores, portais e redes sociais. Dessa forma podemos perceber que hoje uma das principais fontes para se conhecer um parceiro é a internet e suas redes sociais.
Houve assim a inversão da forma que se tinha antigamente para conhecer pessoas. Antes, as pessoas iam a barzinhos, boates, com a finalidade de conhecer novas pessoas, e a partir disso manter algum relacionamento. Hoje, é o contrario, há troca de emails, Orkut e MSN, para se conhecer, descobrir afinidades, trocar informações um sobre a vida do outro, para depois disso acontecer ou não o encontro pessoalmente.
Comments
17 Responses to ““Amor Virtual” – Relacionamentos mediados pela internet”
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Photo: “Tu, e somente tu, terá estrelas que sabem rir.”
é, J.
o difícil é encontar alguém que saiba conversar por mais de quinze minutos, sem se queimar, sem dizer já vou…
é a instantaneidade!
“NÃO DIGA PARA DEUS O TAMANHO DOS SEUS PROBLEMAS, MAS DIGA PARA OS SEUS PROBLEMAS, O TAMANHO DO SEU DEUS”
Smack!
Edimar Suely
jesusminharocha.blig.ig.com.br
Esse nosso mundo virtual de hoje.
Não sei gosto ou desosto! As facilidades são muito interessantes. Mas, existe uma parte que se perde dentro de toda essa concepção romântica que a internet proporciona. O toque, o sorriso, a vontade de estar perto. Sentir!
Quem sabe daqui a um tempo a gente n sente até isso…
Que loucura!
=*
Bom texto Jenniffer!!!
Aos meus olhos, vivemos o melhor período para os relacionamentos. Em 1999, quando toda essa loucura que é o ciberespaço se popularizou, conheci mais pessoas interessantes devido a essa mágica formula da web no que se refere a encontrar o par: conteúdo primeiro, imagem depois.
Muito mais justo!
O Néctar da Flor mais uma vez homenageia os amigos queridos com mais um selo, onde a magia acontece, seja ela qual for.
Não existem regras, apenas repasse com carinho para aqueles que fazem a mágica da escrita criar vida.
Beijos jogados no ar, sempre!
-
É impressão minha ou existe aí uma semente de TCC? Claro que a semente pode ser ou não germinada, e só perguntei por perguntar…
beijoca
Olha, eu tenho muito a agradecer à internet, afinal, foi através dela que conheci meu futuro marido. No início, falamos de negócios, e depois de coisas e fatos… conhecer ele sem ver o rosto foi uma fase deliciosa e misteriosa… Fui para o Rio (sou baiana) e lá fincamos o relacionamento mais lindo que tive na vida!
Bendita internet!!!
internet eh MARA!
bjo pca
é, às vezes tenho a sensação que conheço melhor algumas pessoas com quem teclo do que as que conheço pessoalmente, mas acho isso interessante, bacana….
beijos, bela
MM.
quando eu tinha 13 anos eu tive um rolinho engraçado hj em dia acho bobagem.. de boa! nada contra diferentes formas de encontrar o amor mas n qro nem saber de conhecer o meu pela net.. n saio com ninguem q converso na rede e tem um monte de marmanjo q dá chilique por isso.. tenha dó! rs
Tenho amizades virtuais, mas amor vitual ainda não tive. Deve ser porque só tarados ‘que me acham gata’ querem me adicionar no msn hahaha
Beijos!
ótimo texto (como sempre)
apareça , liberei meu outro blog (hoje e amanhã),
de um pulinho lá , vê se gosta.
Um ótimo final de semana.
Maurizio
boa semana moça querida
beijocas
MM.
Senti o quê jornalístico nas suas palavras e confirmei lendo sua descrição. Também sou do meio, mas procuro fugir do jornalismo no blog, corro pra literatura. Obrigada pela visita, moça.
Beijo meu.
Concordo com o Deniac. Hoje ficou mais facil entender o conteudo, em detrimento da adoração a uma imagem. Com o minimo de percepção – e de boa vontade – voce consegue conhecer as pessoas e encontrar quem faça a tua vida completa. Minha namorada mora há 410Km de mim, hihih… Macacréééu!
todos estão a procura de um amor, seja onde for… o dificil é encontrá-lo!
Bjosss!!!
Entendo o chamado mundo virtual como extensão deste mundo, não alternativa.
Se frios ficamos, pois este lugar d’onde escrevo é por bem aproximador.
Ah, Fingidouro voltou, passa lá!